Alvo da oposição é o PAC Drenagem
PAC Drenagem. Este foi o destaque na rápida sessão da Câmara Municipal de Brusque, realizada na noite de terça-feira (1º). Jones Bósio (DEM) e Roberto Pedro Prudêncio Neto (PDT) levantaram o tema e retomaram críticas na direção do Executivo. O primeiro falou sobre o processo de licitação, enquanto que o segundo rebateu colocações feitas pelo coordenador do PAC na imprensa.
Roberto Prudêncio acusou o Executivo de não enviar mais de 100 páginas de documentos solicitado por ele através de um pedido de informações e que dizem respeito ao processo de licitação para a bacia da rua Azambuja. "Coincidentemente, documentos que comprovam irregularidades nas obras do PAC. Irregularidades na licitação da macrodrenagem aqui da Azambuja, no valor de R$ 14 milhões" soltou ele.
Prudêncio afirmou ainda que a empresa participante do processo deveria comprovar que já teria realizado obra semelhante em algum município, mas que a vencedora, Costa Gomes, não conseguiu fazer isso.
Já o vereador Jones Bósio rebateu colocações feitas pelo coordenador do PAC, Vilanir Eracles dos Santos, durante a última semana. Bósio também citou entrevista do prefeito Paulo Eccel à Rádio Cidade, durante o programa Cidade em Foco, em que o chefe do Executivo brusquense se referiu a ele (Bósio) como alguém que muda de personalidade quando está fora ou dentro da Câmara. O vereador demista ainda apontou para a não conclusão das 159 obras prometidas ano passado através do Programa de Ações e Investimentos (PAI).
A sessão durou menos de uma hora. Além de Bósio e Prudêncio Neto, o vereador Alessandro Sima utilizou a tribuna para falar a respeito de uma reunião entre diversas entidades, que aconteceu na manhã de terça-feira no plenário do Legislativo. O encontro serviu para lançar a marca do grupo interinstitucional que está atuando para retirar menores das ruas após às 22 horas.
Na pauta de votações havia apenas um projeto. O parecer do Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina (TCE) recomendando a aprovação das contas da prefeitura de Brusque em 2005. Os vereadores, por unanimidade, seguiram o Tribunal e aprovaram as contas.


